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Gamificação

Como a gamificação pode ajudar no processo seletivo da sua empresa?

Recrutamento Digital: tudo que você precisa saber em um só lugar!

A gamificação já é um recurso que muitas empresas usam para seus processos seletivos. É uma estratégia que aproveita a evolução da tecnologia e a tendência dos games. Não são somente crianças e adolescentes que jogam — os adultos também. Claro que a estratégia não tem como finalidade a diversão quando aplicada a processos seletivos, mas, ainda assim, a ideia de “lazer” é um meio para se alcançar o objetivo, ou seja, contratar o candidato mais adequado para o cargo ofertado.

Veja como a gamificação pode ajudar no processo seletivo de qualquer empresa, desde que seja aplicada da forma mais correta possível!

Como a gamificação tem sido utilizada nas empresas?

Como falamos na introdução, é muito importante contratar o candidato mais compatível com o cargo. Esse é um ponto que a maioria das empresas não tem considerado tanto quanto deveria, ou da forma como deveria. Elas ainda não definem o perfil ideal para ocupar a vaga, e isso interfere nos resultados.

Quando acertamos com o funcionário certo para determinada função, é vantajoso para ambos — empregador e colaborador. Um dos benefícios é a redução do turnover, aquele desagradável entra e sai de funcionários, que compromete a produtividade e gera mais custos para a empresa.

No começo, a técnica era muito utilizada para o engajamento e o desenvolvimento de colaboradores em processos como a realização de projetos. A aplicação da dinâmica dos games permite deixar a realidade vivenciada por cada profissional mais animada e prazerosa, o que contribui para aproveitar um melhor desempenho nessas situações. Enfim, existem diversas possibilidades de utilização da estratégia dentro da organização. Há algum tempo, ela é muito usada em processos de recrutamento e seleção com relativo sucesso.

O que acontece nesse tipo de recrutamento digital? O candidato se submete a desafios e conquista determinada pontuação, a qual é determinante para sua classificação ou reprovação para o cargo. É semelhante às provas de um vestibular. Tudo deve ser planejado conforme as necessidades da empresa.

A intenção é que, ao empregar a técnica dos jogos nos processos de recrutamento e seleção, a empresa obtenha uma dinâmica mais atraente e antecipe, para os candidatos, as situações que eles vivenciarão, caso sejam contratados. É uma opção boa, principalmente para os membros da geração Y (formada pelos nascidos entre os anos 80 e início dos anos 90, os Millennials) e da geração Z (formada pelos nascidos entre a metade da década de 90 e os anos 2010, a primeira geração nativa digital, cujos membros tiveram contato com as novas tecnologias desde o nascimento).

Como essa técnica pode ajudar nos processos seletivos?

Basta conferir o sucesso dos jogos e dos filmes que os têm como tema (Jogos Vorazes, O Último Guerreiro das Estrelas e muitos outros) para ter certeza de que a gamificação realmente é uma estratégia que pode dar certo. Assimilar as tendências é uma forma de se atualizar e cativar clientes internos e externos. Vejamos como essa técnica pode ajudar em processos de seleção!

Atração de talentos

Toda empresa quer atrair talentos. Não é fácil encontrá-los, e atraí-los pode ser ainda mais difícil. Muitos profissionais apreciam empresas que oferecem desafios e inovações desde o processo seletivo. Isso porque grandes talentos gostam de mostrar seu próprio valor e testar até onde são capazes de ir. Portanto, se já no começo a organização age de modo diferenciado, isso significa que eles têm mais oportunidades de crescimento naquele ambiente e mais liberdade criativa.

Engajamento dos candidatos

Quando a empresa aplica a gamificação, ela faz com que o processo seletivo fique mais atrativo. Consequentemente, há mais interesse pelo cargo e um engajamento mais efetivo dos candidatos.

Comunicação entre os candidatos e a empresa

A estratégia também permite acompanhar, em tempo real, o desempenho das pessoas candidatas aos cargos. Assim, a empresa tem mais oportunidades de dar feedbacks a elas, e vice-versa. Essa relação contribui para gerar uma comunicação de mais qualidade e dinamismo entre a organização e os candidatos.

A partir dos jogos, é possível gerar uma base de dados que torna mais fácil o retorno para os participantes. Os feedbacks são fundamentados nesses dados, e é possível enviar mensagens para cada candidato, dizendo em que aspectos ele se destacou e em quais ele não se saiu bem e foi eliminado, bem como a causa de sua eliminação.

A empresa consegue compreender melhor as habilidades de cada candidato, que consegue compreender melhor as expectativas da empresa em relação a ele. É aquilo que falamos no começo: definir um perfil para cada cargo e deixar isso claro para todos os participantes. Quanto menos dúvidas existirem entre as partes, melhores serão os resultados.

Espontaneidade no processo

Outra vantagem do uso de jogos é que eles ajudam a “quebrar o gelo” entre a organização e os potenciais funcionários durante o recrutamento e a seleção. Como não se trata de um processo convencional, mais formal, os candidatos conseguem sentir-se mais à vontade, menos tensos. 

Sabemos muito bem o quanto a tensão pode atrapalhar em processos de seleção e até impedir que um bom profissional tenha acesso ao cargo que merece. Quanto mais natural for o envolvimento do profissional com o processo, mais ele se revelará. Desse modo, a empresa acessa o perfil mais compatível conforme a realidade do negócio — sempre a questão do perfil ideal.

Filtragem eficiente

Os jogos reduzem um grupo muito grande em outro bem menor e mais fácil de gerenciar. O processo identifica, com mais facilidade, os profissionais mais compatíveis. Conforme Caroline, que atua no RH da Gerdau, os games facilitam bastante. Antes de adotar essa técnica, a empresa solicitava um texto para cada candidato, o que consumia muito tempo da equipe de avaliação.

Imprevisibilidade no processo

Para Ana, da Nestlé, a gamificação também contribui para deixar o processo imprevisível. Os métodos convencionais são previsíveis. Os jogos oferecem elementos-surpresa, o que significa que todo participante será surpreendido desde o começo.

Eficácia no processo de seleção

É um desafio encontrar profissionais realmente talentosos. E as técnicas mais convencionais não ajudam muito nesse sentido. Por isso, a gamificação confere mais eficácia ao processo de recrutamento e seleção. Por meio dela, é possível avaliar diferentes competências, propondo jogos em uma realidade virtual. E essa análise é realizada com mais agilidade e assertividade.

Como funciona a gamificação em processos seletivos?

Há formas diferentes de empregar os games nos processos seletivos. Vale realçar que o recrutamento é o contato inicial que o candidato tem com a empresa. A escolha do método deve fundamentar-se nessa premissa. Assim, a equipe de recrutamento deve encontrar uma forma de mostrar como a organização trabalha, ao mesmo tempo que procura conhecer o candidato nos mínimos detalhes. Desse modo, há mais possibilidades de optar pelo profissional mais apropriado para preencher o cargo.

Planilha de recrutamento

A empresa pode optar, por exemplo, pelos quizzes interativos. Primeiramente, ela procura e organiza o material, bem como um conjunto de regras para o jogo, em que o candidato lerá mais sobre a forma de funcionamento do game. Depois, o recrutador conduz a pessoa para um ambiente virtual, no qual ela deverá responder perguntas de múltiplas escolhas para revelar o que aprendeu no processo.

Na seleção, a pontuação, o storytelling e as recompensas são alguns recursos aproveitados, estrategicamente, a partir dos jogos. Eles estimulam as pessoas a desenvolverem certas ações ou comportamentos, em um processo lúdico e engajador. Quando as coisas são feitas de maneira divertida, existem mais possibilidades de que o candidato assimile melhor o conteúdo. A empresa pode adotar estratégias diferentes em etapas posteriores, que ajudam a explorar as habilidades, os comportamentos e as competências do candidato.

Uma boa forma de aplicar a gamificação é aproveitando situações do dia a dia da empresa. O candidato deve solucionar os problemas tendo um cenário lúdico como pano de fundo. Os jogos fornecem informações para a tomada de decisões por meio de algoritmos, que geram relatórios mais exatos sobre os dados coletados. Isso é um diferencial para quem deseja praticidade e eficiência.

Como os games avaliam os candidatos no processo?

Já percebemos que os jogos realmente estimulam a criatividade dos candidatos. Vamos analisar alguns pontos importantes que a técnica de games favorece na análise dos candidatos.

A criatividade

No mundo profissional de hoje, é importante pensar de maneira inovadora e saber agir perante as mais diferentes situações. Os jogos exigem essas habilidades, e os candidatos precisam recorrer à sua criatividade para solucionar os desafios.

O raciocínio lógico

O participante também precisa usar estratégias para seguir pistas e entender o que querem dizer. É possível analisar esse potencial de uma pessoa e a maneira como ela pensa quando está sob pressão.

O trabalho em equipe

Para os que almejam sair-se bem em jogos corporativos, um diferencial relevante é o trabalho em equipe. É importante saber ouvir e seguir a orientação de outros, bem como se fazer ouvir e conseguir que outros o sigam.

A resiliência

Algumas pessoas já se habituaram a participar de muitos processos de seleção e se tornam bem experientes nas atividades de grupo. A proposta de novos desafios no processo de recrutamento e seleção é uma maneira de avaliar como os candidatos se ajustam a inovações e mudanças. Ainda que a pessoa tenha realizado algo parecido ao que está sendo proposto, talvez nunca o tenha feito em uma situação de jogo corporativo.

Como a empresa pode adotar a gamificação?

Um passo inicial para adotar o uso de games em recrutamentos e seleções é conversar com a equipe de Recursos Humanos sobre a validade dessa estratégia. Em seguida, todos devem ficar conscientes do quanto os dados são relevantes para selecionar candidatos. 

Na verdade, o RH deve desenvolver um planejamento de processo digital para compreender quais são os objetivos do recrutamento e da seleção e qual é o perfil de candidato que se pretende atrair — se você gosta de pescar (ou já ouviu histórias de pescadores), já percebeu que, para cada tipo de peixe, existe uma isca.

Os objetivos e o perfil do candidato são fundamentais para a escolha dos jogos mais adequados e dos critérios de seleção posteriores. Com isso bem determinado, é necessário realizar o teste do protótipo do jogo. A organização deve identificar quais são os pontos fracos e os fortes do game antes de adotá-lo e colocá-lo em prática. Depois, é chegado o momento de implementar a solução e acompanhar os resultados.

Nessa etapa inicial, é importante que os responsáveis pelo recrutamento fiquem bem próximos dos potenciais funcionários e verifiquem o nível de ajuste que tiveram à inovação. Essa proximidade também é necessária para a compreensão de como a gamificação vai impactar na seleção.

O setor de RH precisa estar apto para monitorar as métricas e os dados oferecidos pelos games. Isso significa saber interpretar as informações para que, já na contratação, sejam propostas ações eficazes, como o treinamento de uma determinada habilidade que será fundamental na função que ele vai desempenhar.

Que empresas famosas adotam a gamificação?

Entre as empresas que utilizam os jogos no processo de recrutamento e seleção, destaca-se a L’Oréal. Ela seleciona uma de suas marcas que será o objeto de uma competição. Os candidatos precisam desenvolver um produto inédito, respeitando a linha que a organização já tem, para um público mais específico.

Durante o processo de seleção, os candidatos devem comportar-se como se fossem gestores de uma marca. Isso significa que eles não apenas desenvolvem o produto, mas realizam pesquisas de mercado para elaborar uma campanha de marketing.

A equipe que oferece o melhor desempenho e sai vitoriosa recebe prêmios e ainda participa de outra etapa, a nível internacional. Mas a finalidade não é projeto, mas os participantes. Eles são avaliados pela empresa, e aqueles que revelam um desempenho melhor são contratados pela organização.

Já a rede de Pizzas Domino’s faz uso de uma ferramenta que estimula os candidatos a criarem outros sabores do produto. É um jogo que oferece divertimento; também serve para avaliar as ideias mais inovadoras e divertidas, que são valiosas para a empresa.

A rede de hotéis Merriot desenvolveu um jogo em que as pessoas fazem uma simulação virtual de gestão de hotel. A Shell convida profissionais a explorarem uma área e conseguirem a quantidade máxima de energia, resolvendo quebra-cabeças. Outras empresas muito conhecidas que vêm adotando os games no recrutamento e na seleção são: Banco Mercantil, Magnetita S/A, Lojas Rede, MRS Logística, Nestlé, Gerdau.

Enfim, a gamificação é uma tendência no ambiente corporativo, pois pode ser aplicada de diferentes maneiras, como em treinamentos e recrutamento e seleção. O importante, voltamos a ressaltar, é definir um perfil do candidato. Para não cometer erros, vale a pena contratar uma empresa especializada em processos seletivos, de modo a garantir a aplicação correta da técnica e a seleção dos candidatos que efetivamente são os mais adequados.

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