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Pessoas trans no mercado de trabalho

Inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho? Entenda!

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A presença de pessoas trans no mercado de trabalho ainda é pequena. Preconceito e discriminação continuam grandes, e isso além do âmbito profissional, pois essa parcela da população também tem dificuldade de conquistar diplomas.

Com uma escolaridade mais baixa, a ausência de legislações que garantam direitos e outros desafios da população trans no Brasil, infelizmente a principal renda dessas pessoas provém da prostituição. Mas as empresas poderiam se beneficiar ao contratar um time diverso e abrir mais oportunidades, e foi por isso que preparamos este artigo.

Confira um panorama das pessoas trans no mercado de trabalho e as vantagens de ter esses profissionais na equipe.

Panorama das pessoas trans no mercado de trabalho

A carreira profissional se inicia com o estudo, mas essa é a primeira barreira encontrada pelas pessoas trans. De acordo com publicação da revista Exame, a evasão escolar dessa população começa em média aos 13 anos de idade.

A estimativa é de que, em 2018, 56% dessas pessoas não tinham completado nem mesmo o ensino fundamental; 72% não tinham o ensino médio e apenas 0,02% conseguiram ingressar no ensino superior.

Com uma escolaridade menor e por serem vítimas de preconceito e discriminação, cerca de 90% de trans e travestis recorrem à prostituição como principal fonte de renda. Isso aumenta a violência a essas pessoas e reduz sua expectativa de vida. De acordo com Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), ela é de apenas 35 anos.

Em 2004, a partir de uma campanha contra a transfobia, surgiu o Dia Nacional da Visibilidade de Transexuais e Travestis, em 29 de janeiro. Um dos objetivos é fomentar discussões sobre a presença dessa população no mercado de trabalho.

Mesmo após 15 anos, o cenário não é muito diferente. De acordo com um estudo de diversidade realizado também pela revista Exame, das 109 empresas inscritas nesse estudo, somente 14% adotavam iniciativas para contratação de profissionais trans e travestis.

Vantagens de ter pessoas trans nas equipes

Como você viu, os profissionais trans ainda são excluídos do mercado de trabalho. Para que essa realidade seja modificada, o RH tem um papel decisivo no processo de contratação dessas pessoas, que podem contribuir grandemente com as organizações.

Planilha de recrutamento

Afinal, a inclusão aumenta a diversidade na empresa e proporciona oportunidades iguais para profissionais diferentes, sem mensurar sua competência em razão de identidade de gênero. A seguir, explicamos mais vantagens alcançadas com essas contratações.

Visibilidade da marca

Quando a empresa decide contratar um time diverso, ela ganha mais visibilidade para sua marca. Isso porque valoriza o conhecimento e as competências, gerando oportunidades iguais para todos, o que chama a atenção da sociedade de uma forma positiva.

Redução do turnover

A inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho também ajuda a empresa a reduzir taxas de turnover. Um exemplo é a Atento, multinacional que tem uma política de contratação de transexuais. A empresa percebeu que, no grupo desses profissionais, a taxa de rotatividade era de apenas 1,7%, enquanto a taxa geral era de 5,4%.

Motivação dos colaboradores

Os profissionais trans trabalham com motivação devido à oportunidade e ao respeito que recebem. Além disso, aumenta-se a diversidade de pensamentos, de culturas e de visão de mundo, o que permite a incorporação de novas ideias e motiva o time com as possibilidades que surgem.

Reconhecimento no mercado

Como a inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho ainda é pequena, as empresas que tomam essa iniciativa conquistam reconhecimento no mercado. Não só pela população transexual, mas por toda a sociedade e demais organizações, que se espelham em suas atitudes.

Papel do RH nesse processo

O RH tem um papel fundamental nesse processo, pois ele vem como um grande incentivador da contratação de pessoas trans. No entanto, mais do que encaminhar esses profissionais para processos seletivos, é importante promover a conscientização dos gestores.

Dessa forma, os profissionais trans não só serão absorvidos pelo mercado de trabalho, mas também serão promovidas ações para alcançar equidade nas empresas. Afinal, não é somente a garantia de um emprego. Trata-se de encontrar um ambiente apropriado para desempenhar suas funções e ter dignidade.

O setor de RH pode incluir pessoas trans no mercado de trabalho e garantir que elas encontrem condições saudáveis para atuarem, promovendo educação e conscientização no ambiente corporativo. Assim, esses profissionais terão oportunidades e respeito, o que contribui para o crescimento e o sucesso das empresas onde trabalham.

Ajude a promover a conscientização. Compartilhe este artigo em suas redes sociais e faça circular as informações que viu por aqui!

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